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Interdisciplinas | Fichas Interactivas | 12.º ano | Português

Fernando Pessoa: ortónimo e heterónimos
 
Observe os fragmentos poéticos de Fernando Pessoa que se seguem. A partir dos elementos caracterizadores que os enformam, identifique, os seus autores.
 
1 - "Eu simplesmente sinto
       Com a imaginação.
       Não uso o coração."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
2 - "O modo como esta criança está suja é diferente do modo como as outras        estão sujas.
       Brinca! Pegando numa pedra que te cabe na mão,
       Sabes que te cabe na mão.
       Qual é a filosofia que chega a uma certeza maior?
       Nenhuma, e nenhuma pode vir brincar nunca à minha porta."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
3 - "O poeta é um fingidor.
       Finge tão completamente
       Que chega o fingir que é dor
       A dor que deveras sente."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
4 - "Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
       Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
5 - "O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
       Quem está ao pé dele está só ao pé dele."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
6 - "Dizem que finjo ou minto
       Tudo que escrevo. Não.
       Eu simplesmente sinto
       Com a imaginação.
       Não uso o coração."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
7 - "Nossa vontade e o nosso pensamento
       São as mãos pelas quais outros
       nos guiam
       Para onde eles querem
       E nós não desejamos."
A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
8 - "À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica
       Tenho febre e escrevo.
       Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,
       Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
9 - "É preciso não saber o que são flores e pedras e rios
       Para falar dos sentimentos deles.
       Falar da alma das pedras, das flores, dos rios,
       É falar de si próprio e dos seus falsos pensamentos."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
10 - "Senta-te ao sol. Abdica
         E sê rei de ti próprio."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
11 - "Assim façamos nossa vida um dia,
         Inscientes, Lídia, voluntariamente"

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
12 - "Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la
         E comer um fruto é saber-lhe o sentido."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
13 - "Traço sozinho, no meu cubículo de engenheiro, o plano,
          Firmo o projecto, aqui isolado,
          Remoto até de quem eu sou."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
14 - "Tudo que faço ou medito
          Fica sempre na metade.
          Querendo, quero o infinito.
          Fazendo, nada é verdade."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
15 - "Quem me dera no tempo em que escrevia
          Sem dar por isso
          Cartas de amor
          Ridículas."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
16 - "O tempo passa,
          Não nos diz nada.
          Envelhecemos.
          Saibamos, quase
          Maliciosos,
          Sentir-nos ir."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
17 - "Não me venham com conclusões!
          A única conclusão é morrer."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
18 - "Acho tão natural que não se pense
          Que me ponho a rir às vezes, sozinho,
          Não sei bem de quê, mas é de qualquer coisa
          Que tem que ver com haver gente que pensa..."

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
19 - "Ah, poder ser tu, sendo eu!
          Ter a tua alegre inconsciência,
          E a consciência disso! Ó céu!
          Ó campo! Ó canção! A ciência

          Pesa tanto e a vida é tão breve!
          Entrai por mim dentro! Tornai
          Minha alma a vossa sombra leve!
          Depois, levando-me, passai!"

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos
20 - "Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
          Ouvindo correr o rio e vendo-o"

A) Fernando Pessoa - ortónimo
B) Alberto Caeiro
C) Ricardo Reis
D) Álvaro de Campos