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Interdisciplinas | Fichas Interactivas | 12.º ano | Português

Categorias da narrativa
 
Classifique as afirmações seguintes em verdadeiras (V) ou falsas (F):
 
1 - As narrativas podem designar-se abertas ou fechadas, conforme a acção se desenvolva ou não até impedir outra continuação devido ao seu desenlace.
A) V
B) F
2 - Em muitos romances, devido à sua complexidade e à presença de intrigas secundárias, podem coexistir acções abertas com acções fechadas.
A) V
B) F
3 - O termo espaço não se aplica somente ao lugar onde se desenrola um certo acontecimento, mas também designa um ambiente, um meio social, cultural ou civilizacional.
A) V
B) F
4 - O espaço social constitui a vivência que cada personagem tem do espaço físico ou de um espaço de emoções e sensações.
A) V
B) F
5 - O espaço social e cultural caracteriza a situação social e económica ou o meio em que vivem as personagens.
A) V
B) F
6 - O espaço cultural integra-se, normalmente, no espaço social, embora remeta mais para valores culturais, tradições e costumes, formação cultural.
A) V
B) F
7 - Os ambientes resultam dos espaços físicos, sociais, culturais e psicológicos, constituindo cenários importantes para retratar situações, hábitos, atitudes, valores...
A) V
B) F
8 - O tempo marca a sucessão cronológica, indica a duração ou, com o espaço, contextualiza histórica, cultural e socialmente os eventos; mas a ordenação dos acontecimentos pode suceder em transgressão à ordem cronológica e resultar de outros factores como relações de valores - amor, ódio, corrupção, violência... Daí que se deva distinguir a ordem real e a ordem textual.
A) V
B) F
9 - A maioria ou quase totalidade dos romances e novelas apresenta anacronias, ou seja, um desencontro entre a ordem temporal dos acontecimentos e a ordem por que são narrados no discurso.
A) V
B) F
10 - O tempo do discurso ou da narrativa obedece à sequência do próprio enunciado, podendo alongar, resumir, alterar ou omitir os dados do tempo cronológico.
A) V
B) F
11 - A prolepse constitui um recuo no tempo, evocação de factos ("flashback", na terminologia cinematográfica).
A) V
B) F
12 - O tempo psicológico traduz as vivências subjectivas das personagens; dando-lhes uma percepção do decorrer do tempo, diferente da sucessão e duração do tempo cronológico.
A) V
B) F
13 - A caracterização indirecta é efectuada através dos elementos fornecidos pelo narrador; através das palavras da personagem e das outras personagens; com a descrição dos aspectos físicos e psicológicos.
A) V
B) F
14 - A caracterização directa é feita a partir das atitudes, dos gestos, dos comportamentos e dos sentimentos da personagem ou a partir dos símbolos que a acompanham, o leitor forma as suas próprias opiniões acerca das características físicas ou psíquicas da personagem.
A) V
B) F
15 - As personagens planas ou tipos são estáticas, sem vida interior, sem densidade psicológica, dado que não alteram o seu comportamento, nem evoluem psicologicamente; definidas de forma linear por um ou vários traços que as acompanham ao longo da obra; com frequência são caracterizadas no momento da sua introdução, mas posteriormente não lhes são atribuídas transformações íntimas. Como personagens-tipo, representam, muitas vezes, um grupo profissional ou social.
A) V
B) F
16 - As personagens modeladas ou redondas são dinâmicas e com densidade psicológica, cheias de vida interior, capazes de surpreenderem o leitor pelas suas atitudes e comportamentos.
A) V
B) F
17 - As personagens secundárias servem apenas para funções decorativas dos ambientes.
A) V
B) F
18 - O narrador é a entidade virtual, criada pelo autor, cujo papel é o de narrar a história.
A) V
B) F
19 - Consoante a estratégia utilizada, o narrador pode ser participante, como protagonista (autodiegético) ou personagem secundária (homodiegético), ou mero observador ou testemunha (heterodiegético). Pode, entretanto, optar por contar, ele próprio, a história (extradiegético) ou delegar essa tarefa numa segunda instância, situada no interior da sua narrativa (intradiegético).
A) V
B) F
20 - Quanto à ciência do narrador, costuma distinguir-se três tipos de focalização: omnisciente, em que ele simula conhecer todo o objecto da sua narração (passado, presente e futuro); externa, em que finge conhecer apenas o que vê como testemunha ou narrador-personagem; interna, em que ele penetra no íntimo das personagens, deixando-se condicionar pelas suas limitações.
A) V
B) F